Comprar imóvel a dois: regime de bens, união estável e o que muda na matrícula
A pergunta que ninguém faz na hora feliz: de quem é?
A pergunta que ninguém faz na hora feliz: de quem é?
Preço bom vem da pressa da família — e a pressa é o que pede calma do comprador.
A parcela todo mundo simula. Os outros quatro custos chegam depois, um de cada vez.
O aluguel não chega inteiro — e a rentabilidade real costuma ser metade do número do anúncio.
O que não está escrito e fotografado no primeiro dia não existe no último.
“E se ele não pagar?” e “e se eu não tiver fiador?” têm a mesma resposta — e ela distribui custo e risco de jeitos muito diferentes.
O contrato que dá problema não é o mal escrito — é o que deixou de fora quem paga o extraordinário e a vistoria.
A regra é simples e a conta cabe na calculadora do celular — o que falta é saber qual índice, de qual mês.
Comprar na planta é comprar uma promessa — e a diligência que importa é sobre quem assinou, não sobre a maquete.
A resposta depende de duas palavras que quase ninguém escreve na proposta.