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Quanto de entrada a Caixa exige? Não existe um número único: o percentual mínimo varia conforme a linha de crédito, o tipo de imóvel e o seu enquadramento — e é política do banco, revista periodicamente. Contudo, a lógica por trás não muda, e entendê-la permite planejar sem depender de decorar percentual.

Em 30 segundos

  • Além disso, a entrada é a diferença entre o preço e o que o banco aceita financiar.
  • Em seguida, o banco financia sobre o valor da avaliação, não sobre o preço combinado.
  • Ademais, FGTS pode compor a entrada, e é o que mais viabiliza a compra.
  • Por fim, em imóvel da Caixa a conta muda: só 6,8% aceitam financiamento.
  • Por fim, existe uma “segunda entrada” que quase ninguém calcula: ITBI, registro e tarifas.
Quanto de entrada a Caixa exige: fatores que definem o percentual

Por que existe entrada

O banco não empresta 100% porque precisa de margem: se o imóvel for retomado e vendido, o valor apurado tem de cobrir a dívida. Portanto, quanto maior a sua entrada, menor o risco dele — e, em geral, melhores as condições que você consegue.

A entrada real pode ser maior que a combinada

O financiamento sai sobre o valor da avaliação do imóvel, e não sobre o preço que você negociou. De fato, se o laudo vier abaixo, a diferença inteira vira entrada — do seu bolso, sem aviso. Explicamos o que o avaliador olha em a vistoria da Caixa.

O que muda conforme o tipo de imóvel

ItemValor
Linha de crédito e enquadramentoprograma habitacional ou SBPE
Imóvel novo ou usadousado costuma exigir mais entrada
Residencial ou comercialcomercial tem regra própria
Sistema de amortização escolhidoSAC ou Price muda o cálculo da parcela
Relacionamento e perfil de créditopode influenciar condições comerciais
Fatores estruturais; os percentuais vigentes são definidos pela CAIXA e mudam. Ademais, o mesmo comprador pode receber percentuais diferentes em imóveis diferentes.

O que pode compor a entrada

Fontes que costumam ser aceitas

  • Em geral, recursos próprios, ou seja, dinheiro em conta.
  • Ou seja, saldo do FGTS, quando você se enquadra nas regras do fundo.
  • De fato, subsídio de programa habitacional, para quem tem direito.
  • Ademais, consórcio contemplado, que funciona como recurso próprio.
  • Por fim, a venda de outro bem, desde que o recurso esteja disponível na data.

As regras do fundo estão em os 6 requisitos do FGTS, e a comparação com consórcio em consórcio vale a pena?.

No imóvel da Caixa a conta é outra

Quando o imóvel é retomado e vendido pela própria CAIXA, a pergunta muda de figura. Dos 27.301 imóveis à venda, apenas 1.856 aceitam financiamento — 6,8% do estoque. Portanto, para a maioria não existe “entrada”: existe pagamento à vista, com FGTS quando aceito.

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Escrito por Léo da Imobiliária Shelter, corretor de imóveis oficialmente CREDENCIADO CAIXA. CRECI 32.240J

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21.684imóveis da Caixa aceitam FGTS
VS
1.856aceitam financiamento

Vale conferir a forma de pagamento na ficha antes de qualquer coisa. Veja como ler a lista da venda direta.

A entrada que ninguém calcula: os custos de fora

Além do percentual do imóvel, existe um conjunto de despesas que precisa estar em dinheiro no momento certo, e que costuma surpreender quem compra o primeiro imóvel.

Reserve também para

  • Isto é, ITBI, imposto municipal cujo percentual varia por cidade.
  • Por exemplo, emolumentos de registro, conforme a tabela do estado.
  • Sobretudo, tarifa de avaliação do imóvel e demais tarifas do contrato.
  • Ademais, mudança, reforma e ligação de utilidades.
  • Por fim, uma folga, uma vez que o laudo pode vir abaixo do preço combinado.

Detalhamos essa conta em os custos além do imóvel.

Como aumentar a sua entrada

  1. Portanto, some o FGTS de quem vai compor a compraCônjuge ou coproponente que se enquadre. De fato, é o que mais muda o resultado.
  2. Em resumo, verifique enquadramento em programa habitacionalO subsídio, quando cabível, entra como recurso.
  3. Reduza dívidas antes de pedir o créditoNão aumenta a entrada, contudo aumenta quanto o banco aceita financiar.
  4. Negocie prazo maior para juntarSe o vendedor aceitar, alguns meses podem resolver a diferença.

Perguntas frequentes

Dá para comprar imóvel pela Caixa sem entrada?

Como regra, não: existe percentual mínimo. Contudo, FGTS e subsídio podem cobrir parte ou toda a exigência, o que na prática parece “sem entrada”.

A entrada pode ser parcelada?

Com o banco, não. Já com o vendedor, é negociação particular — e o recurso precisa estar disponível na data da contratação.

O valor de avaliação pode ser maior que o preço?

Pode, e aí você se beneficia. Ademais, o financiamento continua limitado ao percentual sobre o menor dos dois critérios adotados pelo banco.

Quanto de entrada preciso para um imóvel da Caixa?

Se ele não aceitar financiamento, o valor é integral. Por isso, filtre pela forma de pagamento antes de escolher.

Onde vejo o percentual vigente?

Na simulação oficial da CAIXA, que considera cidade, valor, renda e enquadramento.

Léo Shelter

Engenheiro civil e especialista em imóveis CAIXA, principalmente em Ribeirão Preto e região

  • Engenheiro civil
  • Imobiliária Shelter — credenciada CAIXA
  • Atuação principalmente em Ribeirão Preto e região

Quem escreve aqui é Léo Shelter, engenheiro civil e responsável pela Shelter, imobiliária credenciada CAIXA em Ribeirão Preto e região.

O erro de planejamento que mais vejo é reservar exatamente o percentual da entrada e nada mais. ITBI, registro e uma avaliação abaixo do combinado aparecem juntos, no mesmo mês — e é aí que a compra trava.

O acompanhamento da compra é gratuito: habilitação, vinculação do CRECI, proposta, pagamento e registro. Vai comprar? Não faça isso sozinho.

Quer saber quanto precisa de entrada?

Mande a cidade e o valor do imóvel. Ajudamos a montar a conta completa.

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Léo Shelter — Especialista em Imóveis CAIXA No canal, mostramos a conta da entrada com casos reais.
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Metodologia. Em resumo: Percentuais mínimos de entrada, tetos e critérios de enquadramento são definidos pela CAIXA e podem mudar sem aviso prévio; por isso nenhum percentual é publicado aqui — confirme na simulação oficial. Os números de estoque vêm da listagem oficial da CAIXA, conforme a base de 08/09/2026: 27.301 imóveis ativos, dos quais 1.856 aceitam financiamento e 21.684 aceitam FGTS. Ademais, os percentuais foram calculados sobre os totais indicados em cada caso; médias consideram apenas os registros com o dado preenchido. Nos gráficos, ademais, as barras estão em escala relativa ao maior valor de cada grupo. Em suma, trata-se de conteúdo informativo: não constitui recomendação de investimento nem promessa de rentabilidade.

Por Léo Shelter

Especialista em leilões da Caixa, crédito imobiliário e investimento em imóveis com alto potencial. Compartilho estratégias práticas e conteúdos atualizados para quem quer comprar melhor e lucrar mais no mercado imobiliário. Atuante no setor, com experiência em financiamento, construção e oportunidades no interior paulista.

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